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Hitlist

Se ler é conhecer o desconhecido, escrever é expressar o inexplicável.

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Se ler é conhecer o desconhecido, escrever é expressar o inexplicável.

Booklist #1

Sendo quinta feira, hoje é dia de estreia de booklist e, por isso, deixo-vos aqui duas sugestões de livros para lerem.

 

http://fotos.sapo.pt/tEe9jbPvGlZTIZ3recIw/500x500

1. O Dia Em Que Te Esqueci de Margarida Rebelo Pinto

Este livro é uma longa carta de amor e, ao mesmo tempo, de despedida, dirigida a um grande amor. Ao longo desta obra, vamos conhecendo a vida de uma personagem feminina que nos revela como foi a sua vida após ter conhecido um homem que amou muito e por quem também sofreu na sua vida. Sente necessidade de lhe escrever uma carta como forma de desabafo, como forma de ficar em paz consigo própria para ter a certeza que nada ficou por dizer. Um dos pormenores que quero desmestificar é que, realmente, ficamos a saber qual foi o momento que se esqueceu dele.

 

Uma das conclusões a que chegamos com esta obra é que não se consegue amar alguém quando o coração está ocupado por outra pessoa e, principalmente, quando percebemos que também não vale a pena pensar que temos de a esquecer. Por vezes, pensamos assim, mas não temos coragem nem vontade de o fazer. No fim, percebemos aquilo que realmente é, um grande amor, quando aparece, com naturalidade, e esse acabará por curar todas as feridas que restavam. Enfim, uma obra super emocional, uma das minhas favoritas. Uma coisa que adoro é que existem várias expressões e frases que todos nos conseguimos identificar. Deixo aqui, em baixo, algumas:

 

- “Isso faz com que fales com profundidade das mais belas coisas da mesma forma que evitas assuntos que te sejam difíceis ou delicados.”

- “É estranho, não é? Sempre gostei de coisas complicadas. Ouviste-me dizer muitas vezes que a minha vida só é fácil quando tenho objetivos difíceis.”

- “É quando já não esperamos nada das pessoas que elas morrem no nosso coração, lembras-te? Mas agora é diferente. Agora já não espero nada de ti.”

- “Porque não tens nada para dar. Nem a mim, nem a ninguém. Há muito tempo que o teu coração se fechou para o amor incondicional.”

- “Que ironia chamares-me de tsunami, quando és tu quem provoca sempre estragos!”

- “Quantas e quantas vezes as pessoas usam o verbo conseguir de forma errada! Quando eu dizia que não te conseguia esquecer, a verdade é que não queria esquecer-te.”

- “Em vão dizia a mim mesma que distância não é ausência, sabendo que me agarrava a esse chavão como um náufrago a uma bóia vazia.”

- “E o mais importante não é aquilo que vivemos, mais aquilo que acreditamos.”

- “A vida é ter coragem para ouvir um «não» e ter a segurança para receber uma crítica mesmo que injusta.”

 

https://www.leyaonline.com/fotos/produtos/500_9789892325811_escolhi_viver.jpg

2. Escolhi Viver, de Elizabeth Smart

Deste livro, fala apenas um pouco, porque é, de facto, um dos mais dolorosos que já li. Elizabeth relata o seu cativeiro durante 9 meses, com duas das pessoas mais nojentas que já soube que existiram. Não aprofundo muito, pois sei que é um assunto sensível (e devido a isso, devemos mesmo falar), porém o que me choca mais é a religião.

 

Eu não sou católica, nem de nenhuma religião, pois não acredito em nada disso. Contudo, ultimamente, todos temos de admitir que paira uma grande nuvem negra sobre todos esses assuntos. Quer dizer, com os padres a violar crianças, na Igreja Católica, com os muçulmanos a tornarem-se terroristas em nome de Alá é difícil distinguir o bem. No que me diz respeito, não acredito que ma religião dite o bem ou o mal, o Homem é livre de fazer as suas escolhas e as interpretações que começam a haver de documentos sagrados (seja sobre que for) são assutadoras, já para não dizer aterrorizantes. Falo disto porque, no caso deste rapto, foi um casal que acreditava que Deus os tinha destinado "a tirar a vida a 7 virgens". Eles tiraram-na da sua família, maltraram-na, violaram-na e fizeram-na sentir-se a pessoa mais inferior deste mundo. Não há nada que pague o preço da liberdade e da auto-estima de uma criança de apenas 14 anos. Elizabeth não tinha feito nada de errado ou mal.

 

Concluindo, aconselho a ler quem tem estômago "forte", caso contrário, não o façam.

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